Wagner viaja à China para ampliar mercado da mineração baiana e representa o Brasil em reunião dos Brics

Foto: João Ramos/Ascom/SDE

O secretário de Desenvolvimento Econômico Jaques Warner estará na China entre os dias 10 e 15 de junho, cumprindo agenda em duas etapas. Segue um breve roteiro.

Entre os dias 11 e 13 de junho, por convite oficial da Embaixada da China no Brasil, o secretário de Desenvolvimento Econômico da Bahia, Jaques Wagner, representará o Brasil no 6th Meeting of the BRICS Think Tank Council, em Fuzhou, capital da província de Fujian. O evento contará com a participação de organizações da sociedade civil e formadores de opinião dos países membros, e vai debater as possibilidades de parceria, janelas de oportunidades e novas ideias para a consolidação da cooperação política e econômica entre Rússia, Índia, China e África do Sul e Brasil – especificamente para a Bahia.

Investimentos na Bahia

Na sequência, nos dias 14 e 15 de junho, Wagner cumprirá agenda de promoção e atração de investimentos na Bahia, especificamente para o setor da Mineração. Na cidade de Xiamen, que concentra as maiores indústrias de rochas ornamentais do mundo, terá reuniões com a estatal AVIC International Xiamen Co. Ltd (AVIC INTL); e com a empresa privada Quanzhou Yingliang Stone Co., Ltd. – gigante do setor, que trabalha com rochas e acabamentos finos, inclusive em montagens palladianas (de grande porte).
De lá, Wagner segue para Pequim onde terá encontro com a China Stone Material Association, organismo normativo e de regulação sobre o setor mineral na China. A expectativa do secretário é poder consolidar as relações com o mercado chinês – um dos nossos principais clientes – e abordar caminhos para a solução de algumas questões, como os critérios de definição da radioatividade e seus reflexos no comércio baiano de materiais, além de apostar na atração de investimentos diretos do país oriental em nosso estado.

A China é o maior mercado e maior “player” mundial no setor. Potencialmente, a solução de questões como barreiras tarifárias e não tarifária e radioatividade poderão contribuir para duplicar as exportações brasileiras em mais US$ 1,0 bilhão.

 

 

 

 

 

 

 

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