Veja lista de deputados com processos criminais na Bahia

Veja lista de deputados com processos criminais na Bahia. Foto: Bahia.ba

Levantamento feito pelo G1 mostra todos os processos criminais e crimes eleitorais aos quais os parlamentares respondem na Justiça. Charles Fernandes (PSD), Igor Kannário (PHS) e Tito (Avante) são os que respondem a processos na Bahia. Eles negam os crimes.

São, ao todo, 50 parlamentares réus no país – o que representa 10% do total de parlamentares na Câmara (513).

É a quarta vez que o G1 realiza esse tipo de levantamento. Em 2015, 38 dos 513 deputados respondiam a algum tipo de ação penal. Em 2011, eram 59. Já em 2007, haviam sido contabilizados 74 processados. Como os critérios usados nos levantamentos foram diferentes, os números não são comparáveis.

CHARLES FERNANDES (PSD-BA)

Local do processo: 1ª Vara Criminal – Guanambi

Número do processo: 0500051-05.2019.8.05.0088

Crime: Crimes de responsabilidade

2º processo

Local do processo: 1ª Vara Criminal – Guanambi

Número do processo: 0500364-34.2017.8.05.0088

Crime: Crimes da Lei de licitações

3º processo

Local do processo: 1ª Vara Criminal – Guanambi

Número do processo: 0501930-18.2017.8.05.0088

Crime: Crimes de responsabilidade

4º processo

Local do processo: 1ª Vara Criminal – Guanambi

Número do processo: 0503076-94.2017.8.05.0088

Crime: Crimes da Lei de licitações

O QUE DIZ: O deputado nega as acusações e diz que “já está se defendendo na Justiça e vai provar sua inocência”.

IGOR KANNÁRIO (PHS-BA)

Local do processo: 2ª Vara Criminal de Feira de Santana

Número do processo: 0300557-23.2018.8.05.0080

Crime: Injúria

O QUE DIZ: O deputado não comenta a acusação.

TITO (Avante-BA)

Local do processo: 2ª Vara Criminal de Barreiras

Número do processo: 0301601-28.2016.8.05.0022

Crime: Crimes contra o patrimônio

O QUE DIZ: O deputado diz que a ação é “descabida”, será rebatida e deve ser extinta. Em nota, afirma também que a ação é “oriunda de contratação de escritório de contabilidade por processo de inexigibilidade de contratação” e que a contratação “se deu dentro da legalidade e de acordo com o entendimento do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia e da Jurisprudência dominante”.

Fonte: G1

Comente!

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui