Usuários reclamam do funcionamento de caixas eletrônicos do Bradesco

A agência está situada na rua Teixeira de Freitas, no Centro de Medeiros Neto. Foto: Elizeu Portugal/OSollo

No último fim de semana, diversos clientes do Banco Bradesco usaram as redes sociais para compartilhar a indignação com a situação dos caixas eletrônicos na cidade de Medeiros Neto. No último sábado, dia 29, um dos usuários expôs no Facebook que havia falta de dinheiro no único equipamento que funcionava quando tentou sacar.

A agência em questão está situada na rua Teixeira de Freitas, no Centro. Na tarde de domingo (30) a reportagem do site local MedeirosDiaDia fez uma visita para verificar o relato – e houve comprovação. São quatro caixas eletrônicos, sendo que apenas dois estavam funcionando.

Segundo vários outros clientes do Bradesco, a situação é corriqueira. O problema se estende há muito tempo, configurando uma falta de respeito e, até mesmo, uma vergonha para o banco, que se vangloria por estar presente em todos os municípios do país – embora a prestação de serviços básicos, como consulta de saldo e saque, seja de qualidade questionada em inúmeras localidades.

Imagem: Reprodução/Facebook

Outros pontos colocados pelos clientes foram a cobrança de altas taxas feita pela instituição financeira e aparelhos de ar condicionado do espaço que ficam desligados.

Exija seus direitos

Em casos como este, envolvendo caixas eletrônicos ou outros serviços bancários, o cliente deve se isentar de negligência ou mau uso dos equipamentos.

Dois canais, que, obrigatoriamente, devem ouvir e fiscalizar as medidas tomadas pela empresa, são recomendados:

Antes de qualquer atitude, formalize sua reclamação no SAC. Busque o número fornecido pelo seu banco. O canal deve estar disponível durante 24 horas, todos os dias da semana.

Caso a situação não seja resolvida com o SAC, a segunda “instância” para o cliente é a Ouvidoria. Neste canal, embora disponibilizado pelo banco, há a fiscalização por órgãos externos. As Ouvidorias das instituições financeiras são fiscalizadas pelo BACEN (Banco Central).

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