Teixeirenses reagem contra 5º aumento em combustíveis no ano

Postos registram aumento de preço. Fotos: OSollo

Na última segunda-feira, 1º de março, o quinto aumento no preço dos combustíveis foi anunciado pela Petrobrás. A notícia causou ameaças de greve por categorias de transporte, assim como a revolta de muitos teixeirenses.

A gasolina subiu mais 4,8%, o diesel, 5%, e o gás de cozinha, 5,2%. Em 2021, a gasolina acumula alta de 41,6%, o diesel, de 33,9%, o gás de cozinha, 17,1%.

Nos postos de combustíveis, os clientes reclamam.

A senhora Carla Alves analisou historicamente. “O petróleo é nosso – dos anos 70 – foi um folclore porque ele nunca foi nosso. Esse tipo de combustível tende a acabar“. “O impacto desses aumentos é generalizado. Toda a nossa vida gira em torno disso. Só Deus sabe o motivo desses aumentos, porque não tem justificativa“.

Edgar Guimarães considerou um absurdo. “A gente que trabalhar com o carro não está aguentando mais abastecer. Do jeito que está indo, vai chegar a 10 reais. A gente já paga um imposto absurdo, peças caras. É o jeito parar e ir a pé pro trabalho”, disse.

Para a frentista Aline Leal, é um cenário difícil. “O cliente vem migrando de um combustível para outro, tentando misturar. Só que os aumentos consecutivos vêm pesando no orçamento. Quem abastecia com frequência tem buscado outros meios, causando impacto em toda a população“.

Aelson Rodrigues apontou que daqui uns dias não será mais possível andar de carro. “Você vai para o álcool, está tão ruim quanto. O pobre vai trabalhar para colocar gasolina no carro“.

O senhor Edvaldo Souza lembrou que não é só gasolina, mas também o gás. “Você acaba tendo pouco ganho, com custo muito alto. Sempre é ruim, ficamos reféns de uma economia que não sabemos como funciona“.

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