Teixeira é uma das duas cidades do estado com óbitos confirmados por dengue

Carro fumacê solicitado pela Secretaria de Saúde deve começar a atuar nesta sexta (31)

Teixeira de Freitas. Foto: Wesley Morau

De acordo com o último boletim epidemiológico emitido pela Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), três óbitos foram confirmados por dengue no estado entre janeiro e a metade do mês de julho deste ano.

Dois ocorreram no município de Vitória da Conquista, sendo um óbito confirmado por critério clínico-epidemiológico e o segundo por critério laboratorial.

O terceiro óbito foi no município de Teixeira de Freitas. Segundo a Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal, trata-se de uma adolescente de 13 anos, que faleceu em 11 de maio; a causa da morte foi confirmada laboratorialmente semanas depois.

Carro fumacê

À época da notificação deste óbito, ainda como suspeita de dengue, a Prefeitura de Teixeira de Freitas informava que já tinha sido solicitado “em caráter de urgência” o serviço de fumacê.

Procurada pela Redação do jornal OSollo, a Assessoria de Comunicação também relatou que o carro fumacê chega hoje (30) e já deve estar atuando nesta sexta-feira (31).

Extremo Sul

Ainda de acordo boletim da Sesab, o Extremo Sul é uma das regiões com menor ocorrência de casos suspeitos de arboviroses.

Até o dia 18 de julho, os municípios da região somavam:

  • 3.301 casos prováveis de dengue;
  • 1.327 casos prováveis de chikungunya;
  • 73 casos prováveis de zica.

Os Núcleos Regionais de Saúde com maiores números de notificações no estado são:

  • por dengue: o Centro Leste (20.588), Leste (16.335) e Sudoeste (14.577);
  • por chikungunya: o Leste (10.918), Centro-Leste (9.688) e Centro-Norte (3.003);
  • por zika: o Sudoeste (1.315), Leste (1.190) e
    Centro-Leste (522).

Permanecem em investigação 24 óbitos prováveis para dengue no estado – nenhum no Extremo Sul. Três óbitos foram confirmados por chikungunya (02 em Salvador e um em Lençóis).

Entre o começo do ano e 18 de julho, não houve notificação de óbito por zika.

Acesse à íntegra do Boletim Epidemiológico nº 16, clicando aqui.

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