Secretário de Justiça visita crianças e maestro do “Orquestrando Futuros” em Teixeira de Freitas

Secretário de Justiça visita crianças e maestro do “Orquestrando Futuros” em Teixeira de Freitas. Fotos: Lenio Cidreira/OSollo

O maestro Orley Silva, do Instituto de Cultura, Educação e Desenvolvimento (ICED) e que trabalha com o projeto “Orquestrando Futuros”, em Teixeira de Freitas, recebeu, na tarde de terça-feira (20/03), no auditório da Igreja Batista Memorial, o secretário de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS), Carlos Martins, do Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia (NEOJIBA).

Acrescentou ainda que o maestro Orley faz um trabalho belíssimo no extremo sul da Bahia.

Secretário Carlos Martins conversou com os envolvidos e ficou impressionado com a dedicação, o talento e a alegria das crianças, adolescentes, jovens e até mesmo adultos que integram o grupo.

Carlos falou: “Estou muito feliz em estar em Teixeira de Freitas, e a felicidade se expressa quando a gente vê crianças, adolescentes de 08 a 12 anos, despertando pra música, e a gente contribuindo com oportunidade, para que esse menino tenha um futuro brilhante lá na frente. E digo sempre isso, projeto NEOJIBA, com parceiro como esse aqui do Instituto de Cultura, Educação e Desenvolvimento (ICED) de Teixeira de Freitas, é um trabalho tão magnífico que toda vez que a gente chega pra ver uma coisa dessa a gente fica encantado, não só pelo trabalho atual, é pelo resultados de lá na frente”.

O maestro Orley Silva disse ser um prazer receber a visita do secretário de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social, Carlos Martins, em Teixeira de Freitas

Acrescentou, ainda, que o maestro Orley faz um trabalho belíssimo aqui no extremo sul. “Essa visita que hoje se faz aqui é no sentido de buscar ampliação nessa parceria, não só por causa do Instituto de Cultura, Educação e Desenvolvimento (ICED), mas, sim, pela necessidade de oferecer oportunidade a esses jovens do Extremo Sul, baseada aqui em Teixeira de Freitas, mas, também em Nova Viçosa, Mucuri, Itamaraju, de forma que a gente possa dar a esses jovens um futuro brilhante na frente”, explicou.

O maestro Orley Silva disse ser um prazer receber a visita do secretário Carlos Martins. “Ele está visitando o Extremo Sul, e hoje, ele vem fazer uma das diversas visitas que estão fazendo dentro dos projetos parceiros, dos Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, que é o NEOJIBA, como nós do Instituto de Cultura, Educação e Desenvolvimento somos parceiros e temos o link da rede de projetos Orquestrando do Extremo Sul, ele vem pra conhecer de perto o trabalho que está sendo feito com as crianças, que é desenvolvido com a orquestra e o pacto que se tem gerado, justamente porque eles estão redesenhando a ampliação das ações do NEOJIBA, e a intenção é que possamos ter um núcleo territorial em todo o extremo sul a Bahia, iniciando aqui, justamente pelo trabalho que é desenvolvido aqui conosco no Orquestrando Futuros”, contou Orley.

Andressa de Melo Brito, 16 anos, violonista, disse estar muito feliz

Andressa de Melo Brito, 16 anos, violonista, disse estar muito feliz e que é uma oportunidade única estar na orquestra, fazer música, “dar o melhor da gente, pra encantar outras pessoas. Receber uma bolsa para estudar em Salvador é gratificante. Estudei bastante para que isso se tornasse em realidade. ‘Viver e não ter a vergonha de ser feliz’ é a minha marca”, falou a adolescência, fazendo referência a uma canção do ícone compositor Gonzaguinha.

André Luiz Carvalho de Souza, 19 anos, violoncelista, falou que não tem nem como expressar a satisfação de integrar a Orquestra, é sempre bom está no NEOJIBA

André Luiz Carvalho de Souza, 19 anos, violoncelista, falou que não tem nem como  expressar a satisfação que tem em estar integrado na Orquestra, “é sempre bom estar no NEOJIBA”. O jovem conta que isso “tem gerado muita oportunidade pra a gente. Desde 2016 que participo deste projeto, e sempre que vou a Salvador eu consigo voltar podendo acrescentar muita coisa aqui, porque todas capacitações que têm lá são relevantes. Eles tratam a gente muito bem, informações, metodologia, e é sempre muito bom estar inserido nesse projeto, as obras brasileiras, como mourão, mandacaru, quando a gente toca em conjunto me deixa muito feliz”, concluiu.

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