Programa Colmeias promove o desenvolvimento da cadeia apícola no sul da Bahia

Programa Colmeias promove o desenvolvimento da cadeia apícola no sul da Bahia. Foto: Ascom

A Suzano, por meio do programa Colmeias, está fortalecendo a cadeia apícola na região do Extremo Sul da Bahia, contribuindo para a geração de renda, melhoria da qualidade de vida da comunidade e a conservação do meio ambiente. A empresa disponibiliza apoio para sete associações de apicultores, localizadas no município de Alcobaça, Caravelas, Mucuri, Teixeira de Freitas e Nova Viçosa. Ao todo, 136 famílias são beneficiadas diretamente pelo projeto. As sete associações produziram, juntas, nos últimos três anos mais de 195 toneladas de mel, sendo que 68% deste total foram colhidos em áreas de eucalipto.

Tal produção gerou uma renda de R$ 2,7 milhões de reais no território. Além do mel, visando a diversificação de mercado, os grupos estão se especializando também na produção de própolis, cera alveolada e pólen. Tais subprodutos foram responsáveis por adicionar mais R$ 147 mil reais em renda no mesmo período. As associações de apicultores participantes do programa Colmeias na Bahia recebem da Suzano a autorização para acesso às florestas de eucalipto, espécie que tem uma das floradas mais relevantes para a produção de mel.

Eles também recebem assistência técnica, com a presença de profissionais que apoiam o apicultor diretamente no campo, insumos e materiais utilizados na apicultura como macacão, luvas e botas, e apoio na comercialização dos produtos oriundos da apicultura, como o mel, o pólen e o própolis. Os produtores também participam de cursos de qualificação e orientações sobre apicultura básica e avançada, técnicas de beneficiamento dos produtos e as diretorias das associações têm suporte técnico administrativo contínuo na gestão das entidades.

“O apoio técnico foi fundamental para o nosso trabalho. Antigamente criávamos as abelhas sem saber de muita coisa. Com esse auxílio, começamos a levar a apicultura para um nível mais elevado. Nossa produção aumentou cerca de 80%. Aprendemos questões sobre manejo, entressafra, por exemplo. Para alguns, a atividade passou a ser a principal fonte de renda e muitas pessoas começaram a se interessar pela atividade na região.”, afirma Ivan de Jesus Soares, da Associação de Produtores e Apicultores de Caravelas – APAC.

Nas comunidades rurais de Cruzelândia, Nova Brasília, Oliveira Costa, Rio do Sul e Camaruji, em Mucuri, mais de 50 famílias são beneficiadas pelo programa. Nesta primeira safra de 2021, eles produziram 12 toneladas de produtos derivados do mel, um número que representa a força da apicultura na região.

“Iniciamos a apicultura na comunidade em 2012 com apenas quatro famílias cadastradas na associação. Eu comecei com a minha esposa e hoje meus filhos também estão envolvidos na atividade. Tudo o que aprendemos, guardamos e esperamos passar para as próximas gerações”, diz Luiz Carlos Zambe, presidente da AAPB – Presidente da Associação de Apicultores do Picadão da Bahia, uma das comunidades apoiadas pela iniciativa da Suzano.

Além da Bahia, a iniciativa da Suzano acontece nos outros estados onde a empresa atua: ES, SP, MA, MS e PA. O programa atende 42 associações em todo o país, beneficiando 1014 famílias, aproximadamente 3.954 pessoas.

“Com o início das atividades do programa, os apicultores se especializaram e aprimoraram o trabalho. A iniciativa aumentou a produção, estimulou os produtores e as associações e trouxe melhores condições econômicas para a comunidade, fomentando o desenvolvimento local. O programa é uma das ações que a Suzano apoia para que associações e cooperativas conquistem autonomia de gestão e, dessa forma, sejam ampliados os benefícios socioambientais das comunidades”, ressalta Douglas Peixoto, coordenador de Desenvolvimento Social na Suzano.

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