Porto Seguro: delegado afirma que Polícia Civil tem álcool gel e máscaras fornecidos pelo Estado

Presos com sintomas de covid-19 testam negativo em Porto Seguro

Delegacia de Porto Seguro. Foto: Reprodução/TV Bahia

O Sindicato dos Policiais Civis (Sindpoc) disse na quarta-feira, 6 de maio, que os agentes não estão recebendo os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) necessários e correm o risco de contaminação pela doença em Porto Seguro.

O coordenador regional da Polícia Civil, Moisés Damasceno, rebateu acusação: “Delegados, escrivães, policiais e demais agentes têm à disposição álcool em gel e máscaras de proteção, fornecidos pelo estado”. Ainda assim, alguns policiais reclamam da pouca quantidade de máscaras e álcool fornecida.

Ainda conforme o delegado, “a Polícia Civil também faz parte da linha de frente de combate ao coronavírus, pois o nosso trabalho não pode parar. Por isso, todas as delegacias da região vêm adotando medidas de proteção, como distanciamento no atendimento ao público. E os policiais que vão às ruas, realizar lavamento cadavérico ou flagrantes, também usam proteção”.

Quanto aos cinco casos de detentos suspeitos de estarem com covid-19 custodiados provisoriamente na carceragem do Distrito Integrado de Segurança Pública (Disep) de Porto Seguro, os exames apontam que todos testaram negativo para coronavírus. Segundo o coordenador regional da Polícia Civil, Moisés Damasceno, os detentos apresentaram sintomas gripais na semana passada.

Segundo o delegado, enquanto era aguardada a divulgação do resultado dos exames, os presos com sintomas ficaram isolados em uma das duas celas do Disep para evitar uma possível proliferação do vírus.

Dr. Moisés informou também que aguarda o período de incubação de 14 dias (intervalo entre a data de contato com o vírus até o início dos sintomas), que vence na próxima semana, para transferir os detentos para o presídio.

Ele ressaltou que as carceragens das delegacias já não mantêm pessoas presas em flagrante, mas que diante da atual situação de pandemia, o Disep chegou a ter 30 presos aguardando o fim da barreira epidemiológica para serem encaminhados ao conjunto penal.

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