Formatura de alunos dos colégios de ensino militar de Caravelas gerou orgulho e emoção

Cerimônia de formatura dos alunos do 9º ano do Colégio Claudionora Nobre de Melo (Caravelas). Fotos: Ascom

Alunos orgulhosos, pais emocionados, equipes pedagógicas realizadas e a população inteira satisfeita com a mudança no comportamento e no rendimento escolar nos dois colégios com ensino militar de Caravelas, município referência para todo o estado da Bahia pelo empenho em promover as mudanças necessárias à proposta dessa nova metologia de ensino.

As formaturas do Claudionora Nobre de Melo, de Caravelas, e da Escola Municipal Francisco Henrique dos Santos, de Rancho Alegre, revelaram o quanto o investimento na educação muda a vida das pessoas.
Entrega de homenagens do Colégio Claudionora Nobre de Melo
No primeiro colégio, cerca de 600 alunos se matricularam no início do ano letivo. No segundo, o total foi de, aproximadamente, 340. Juntos, os dois se tornaram vitrine da aposta do município de Caravelas e da Polícia Militar da Bahia (PM/BA) em promover a cultura da paz e da não-violência, através da educação.
Os prêmios, entregues ao prefeito de Caravelas, Silvio Ramalho, e ao comandante da 88ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM), Major Barbosa, revelam o tamanho da gratidão das pessoas com a vida transformada neste primeiro ano de contato com o ensino militar.
Cerimônia de formatura dos alunos do 9º ano do Colégio Francisco Henrique dos Santos (Rancho Alegre)
A implantação dessa metodologia não incluiu nada de tão revolucionário na vida dos alunos das escolas municipais de Caravelas, senão, aumentar a disciplina necessária para professores conseguirem lecionar e transmitir o conhecimento para alunos, agora preparados para ouvir e entender o que está sendo ensinado.
Para Major Barbosa, “essa é a conclusão de um ciclo, promovida através da incorporação de uma equipe disciplinar à estrutura pedagógica tradicional”, explica.
Segundo o prefeito Silvio Ramalho, “o que parece um pequeno passo, se tornou um modelo para alunos se empenharem em garantir uma vaga em escolas de ensino militar e outros tantos com vontade de ter passado por essa experiência na vida”, argumenta.

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