Festejos de São Pedro, o padroeiro de Teixeira de Freitas

Hoje, 29 de junho, Dia de São Pedro, é feriado municipal em homenagem ao padroeiro da Diocese de Teixeira de Freitas-BA. Há nove dias, a Paróquia Catedral São Pedro está em celebração, desde o último dia 20, com o novenário, e desde o último sábado, 26, com barraquinhas e apresentações musicais.

Este ano, a verba arrecadada com a venda das barracas está sendo destinada a reformas na Paróquia. Piso refeito, pintura, ar-condicionados e aquisição de dez novos toldos, integram alista de melhorias feitas com o recurso, como contou Tereza Calimã, da barraquinha da Pastoral da Caridade. Ao todo são 10 barracas com lanches, tortas, quentão, pastéis, pescaria e muito mais. O novenário deste ano teve como tema Os Dez Mandamentos.

Durante os dias de celebração, Teixeira de Freitas recebe padres de outras paróquias, bem como a visita de católicos de toda a região. A coordenadora paroquial, Isabel Lopes da Silva, que há 20 anos é membro da Paróquia São Pedro, conta que além da reforma estrutural, o maior objetivo é a evangelização, a conversão de outras pessoas que terão conhecimento dos preceitos católicos por meio da festividade.

Hoje, logo às 7h houve missa, às 09h carreata, com saída do trevo da entrada da cidade e concentração e benção na Praça da Paróquia. À tarde, às 18h, haverá procissão com a imagem de São Pedro e às 19h missa campal, celebrada por Dom Carlos, bispo diocesano.

São Pedro, o Príncipe dos Apóstolos

Discípulo de Jesus nascido em Betsaida, Galiléia, conhecido como o Príncipe dos Apóstolos e tido como fundador da Igreja Cristã em Roma. Considerado pela Igreja Católica como seu primeiro Papa.

As principais fontes de informação sobre sua vida são os quatro Evangelhos: Mateus, Marcos, Lucas e João; onde aparece com destaque em todas as narrativas evangélicas.

Filho de Jonas e irmão do apóstolo André, seu nome original era Simão e na época de seu encontro com Cristo morava em Cafarnaum, com a família da mulher (Lc 4,38-39).

Pescador, tal como os apóstolos Tiago e João, trabalhava com o irmão e o pai. Foi apresentado a Jesus por seu irmão, em Betânia, onde tinha ido conhecer o Cristo, por indicação de João Batista. No primeiro encontro Jesus o chamou de Cefas, que significava pedra, em aramaico, determinando, assim, ser ele o apóstolo escolhido para liderar os primeiros propagadores da fé cristã pelo mundo.

Jesus, além de muda-lhe o nome, o escolheu como chefe da cristandade aqui na terra: “E eu te digo: Tu és pedra e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. E eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares sobre a terra, será ligado também nos céus” (Mt. 16: 18-19). Convertido, despontou como líder dos doze apóstolos, foi o primeiro a perceber em Jesus o filho de Deus.

Após a Ascensão, presidiu a assembléia dos apóstolos, que escolheu Matias para substituir Judas Iscariotes, fez seu primeiro sermão no dia de Pentecostes e peregrinou por várias cidades.

Fundou as linhas apostólicas de Antióquia e Síria, as mais antigas sucessões do Cristianismo, precedendo as de Roma em vários anos. Encontrou-se com São Paulo, ou Paulo de Tarso, em Jerusalém, e apoiou a iniciativa deste, de incluir os não judeus na fé cristã, sem obrigá-los a participarem dos rituais de iniciação judaica. Após esse encontro, foi preso por ordem do rei Agripa I, encaminhado a Roma durante o reinado de Nero, onde passou a viver. Ali fundou e presidiu à comunidade cristã, base da Igreja Católica Romana e, por isso, segundo a tradição, foi executado por ordem do imperador, no mesmo ano de Paulo e pelo mesmo motivo, mas em ocasiões diferentes.

 

Fonte: Michele Ribeiro / Sulbahia News

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