Empresário da SuperBom Supermercados é preso em Teixeira com carga roubada

A Polícia apurou denúncias sobre a localização da carga e chegou até o depósito. Foto: Elizeu Portugal/OSollo

Na manhã dessa sexta-feira, dia 08, a Polícia Civil de Teixeira de Freitas prendeu em flagrante o empresário Thiago Calais Magalhães, 32 anos, quando mantinha uma carga roubada em um depósito no bairro Estância Biquíni.

Thiago Calais foi preso nesta manhã. Fotos: Divulgação/Polícia Civil

A carga havia sido roubada no dia 23 de fevereiro, na cidade de Itabela. Thiago é proprietário do Supermercado SuperBom, situado no Centro de Teixeira, aos fundos do Mercado Municipal, e tinha filial em Medeiros Neto.

Segundo o motorista que noticiou o roubo da carga, ele havia saído da cidade de Serra (ES) com destino a Belém (PA), carregado com peças de bicicleta, que seriam distribuídas em diversas lojas do ramo pelo percurso.

Ele teria sido abordado na BR-101, nas proximidades de Itabela, quando foi rendido por quatro indivíduos armados.

A carga estava localizada no bairro Estância Biquíni

O veículo caminhão-baú foi encontrado já sem a carga e apresentado na delegacia de Furtos e Roubos de Eunápolis.

Dando continuidade às investigações, policiais civis de Teixeira de Freitas localizaram a carga avaliada em 101.337, 80 (cento e um mil trezentos e trinta e sete reais e oitenta centavos) num depósito sob a responsabilidade do empresário Thiago Calais.

Segundo a Polícia, ele já estava oferecendo a mercadoria para diversas lojas do ramo de bicicletas da cidade de Teixeira de Freitas.

Thiago foi autuado em flagrante por crime de Receptação Qualificada, cuja pena pode chegar a 8 anos de prisão.

Novas denúncias

Com a prisão do empresário, que é dono da rede de Supermercados SuperBom, novas denúncias da cidade de Medeiros Neto apareceram.

Segundo relatos, Thiago aplicou vários golpes após abrir uma franquia no município de Medeiros Neto, incluindo um prejuízo de 20 mil reais a um fornecedor de farinha.

Além disso, o empresário também lesou o aluguel do prédio onde funcionava o estabelecimento, prestadores de serviços em propaganda, funcionários e também clientes.

As informações serão repassadas e apuradas pela Polícia Civil.

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