Após necropsia, DPT diz que motorista morto em acidente não usava tornozeleira eletrônica

“Após o procedimento de necropsia, não houve nenhum indício de uso de tornozeleira eletrônica na vítima”, afirmou o perito. Foto: Lenio Cidreira/OSollo

O fato ganhou muita discussão nas redes sociais após o acidente e até mesmo publicações de matérias de que o motorista Carlos Eduardo Silva, 39 anos, morador de São José de Alcobaça, estava com uma tornozeleira eletrônica.

O jornalismo d’OSollo esteve na tarde desta quarta-feira (10/01) no Departamento da Polícia Técnica (DPT) e colheu informações em relação ao fato. Segundo médico perito dr. Victor Mendonça, a informação não procede. “Após o procedimento de necropsia, não houve nenhum indício de uso de tornozeleira eletrônica na vítima”, Afirmou o perito.

Familiares identificaram o corpo do motorista de lotação no Instituto Médico Legal de Teixeira de Freitas (IML), e foi liberado para velório e sepultamento. De acordo com a informação da Polícia, Carlos Eduardo já teria cumprido pena no Rio de Janeiro, mas tudo estaria já solucionado.

Carlos Eduardo já teria cumprido pena no Rio de Janeiro, mas tudo estaria já solucionado. Foto: LN

O acidente automobilístico aconteceu na tarde de terça-feira, (09/01) na BA-290, na comunidade do Caxangá, trecho entre Teixeira de Freitas/Alcobaça, onde deixou oito pessoas feridas, entre elas, três crianças, as quais foram levadas para o hospital de Alcobaça e estão bem. Uma delas, menor de 05 anos, estava em baixo de uns dos bancos traseiros do carro e teve pequenas escoriações, mas, não corre risco de morte.

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