Após críticas, Apple propõe mudanças para cumprir regras de tecnologia da UE

Após críticas, Apple propõe mudanças para cumprir regras de tecnologia da UE
Após críticas, Apple propõe mudanças para cumprir regras de tecnologia da UE. Foto: Reprodução/Apple

Em janeiro, a Apple anunciou propostas que permitem que desenvolvedores de software distribuam seus aplicativos para usuários na União Europeia fora da App Store. As informações são do portal da Forbes Brasil.

A Apple modificou algumas de suas propostas para cumprir as regras de tecnologia da União Europeia após críticas dos desenvolvedores de aplicativos, incluindo a retirada de uma exigência de que aqueles que desejam criar mercados alternativos de aplicativos devem ter uma carta de crédito.

A empresa e cinco outros gigantes da tecnologia devem cumprir, até 7 de março, a Lei dos Mercados Digitais, que estabelece uma lista do que fazer e do que não fazer com o objetivo de controlar seu poder e criar condições equitativas para os rivais e mais opções para os usuários.

Em janeiro, a Apple anunciou propostas que permitem que os desenvolvedores de software distribuam seus aplicativos para usuários na União Europeia fora da App Store, da própria Apple, bem como novas taxas e condições.

A fabricante do iPhone disse que uma mudança permitirá que os desenvolvedores assinem os novos termos anunciados há dois meses no nível da conta do desenvolvedor. “Removemos a exigência da entidade corporativa de que o Adendo deve ser assinado por membro que controla, é controlado ou está sob controle de outro membro”, disse a Apple.

Também foi criada uma opção única para que os desenvolvedores rescindam o Adendo em determinadas circunstâncias e voltem a usar os termos comerciais padrão da Apple para seus aplicativos da UE.

Por fim, a empresa eliminou a exigência de uma carta de crédito dos desenvolvedores que desejam criar um mercado de aplicativos rival e introduziu dois critérios de elegibilidade. “Um desenvolvedor pode operar um mercado de aplicativos alternativo se sua conta existir há dois anos e ele tiver um negócio de aplicativos estabelecido na UE com mais de 1 milhão de primeiras instalações anuais”, completou.

Fonte: Bahia.ba

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