Aeroporto é cobrado pela população

Sem dúvidas, uma das obras mais importantes para a região é o Aeroporto de Teixeira de Freitas. Muitos empresários e industriais deixam de vir para cá por falta de um aeroporto com linhas regulares. As obras estão paralisadas, e não adianta, agora, apurar responsabilidades. Isso não leva a nada. O que mais interessa é a retomada das obras. O que depende da ação do governo do Estado. Fato é que todos querem saber quando ele será inaugurado, tendo linhas regulares para Vitória e Salvador com aviões seguros e confortáveis.

 

Enquete mostra a realidade

Mesmo antes dos cem primeiros dias dos governos municipais, o jornal “O Sollo” online realizou enquete para saber como o cidadão está vendo a administração em quatro cidades do Extremo Sul. O resultado:

Teixeira de Freitas: regular 46%, ótimo/bom 27%, ruim/péssimo 27%.

Porto Seguro: regular 33%, ótimo/bom 29%, ruim/péssimo 38%.

Eunápolis: regular 38%, ótimo/bom 28%, ruim/péssimo 34%.

Prado: regular 51%, ótimo/bom 20%, ruim/péssimo 29%.

 

Análise dos resultados da enquete

Verifica-se que o município de Porto Seguro apareceu com os maiores índices de avaliação: positiva 29% e negativa 38%. Prado ficou com o menor índice de avaliação positiva 20%. No caso de Teixeira, as positivas e negativas ficaram iguais: 27%. O curioso é que normal seria que as avaliações positivas fossem todas superiores às negativas, uma vez que, estamos ainda nos cem primeiros dias de governo, e a população deveria estar em lua de mel com os novos gestores.

Apenas em Teixeira houve equilíbrio, nas outras três cidades a avaliação positiva é inferior à negativa. Depois dos cem dias a tolerância irá diminuir.

 

Já começou o processo de fritura

Na Bahia, fala-se em sete pré-candidatos da base aliada ao governo do Estado, porém, na lista do governador constam apenas os nomes do ex-presidente da Petrobrás e atual secretário do Planejamento do Estado, José Sérgio Gabrielli; do chefe da Casa Civil, Rui Costa; e do senador Walter Pinheiro. O único nome que já está em campanha, o ex-prefeito de Camaçari, Luiz Caetano, também do PT, foi fritado pelo governador Jacques Wagner em evento em São Paulo, quando foi questionado pelo “Estadão” sobre os preparativos para 2014.

 

Reduzir a violência é complicado

O número de mortes causadas por homicídios e por acidentes de trânsito é alarmante, no entanto, são poucos os prefeitos que se preocupam em executar os serviços de segurança pública, precedidos por um bom planejamento. O maior problema da violência no país são as drogas e o uso de armas ilegais. Para reduzir os efeitos desses malefícios, faz-se necessário uma decisão política adequada e ação governamental eficiente. A extensão das nossas fronteiras com os países vizinhos, que têm um histórico condenável com o plantio e uso de drogas, assim como de armas ilegais, torna o Brasil vulnerável.

 

Em São Paulo, Lula será o cara?

Recentemente, em entrevista ao jornal “Valor Econômico”, Lula deixou a entender que poderá disputar o governo de São Paulo. Ao se referir aos possíveis candidatos, ele afirmou que nenhum deles teria as características necessárias para derrotar o PSDB. Ele considerou importante a participação do PMDB na chapa para derrotar os tucanos. Segundo ele, o candidato petista deve ser alguém “que se apresente com capacidade de fazer uma aliança política além dos limites do PT, além dos limites da esquerda”. Diante de tais afirmativas, só faltou ele dizer: “Esse cara sou eu”!

 

“É a economia, estúpido!”

Foi com esta frase que James Carville, o estrategista de Bill Clinton, ganhou a eleição nos EUA em 1992, quando o país enfrentava crise de desemprego e recessão econômica. A presidenta Dilma afirmou, na 5ª Cúpula do Brics, África do Sul, que o desafio desses países é superar as dificuldades econômicas e também a preservação de direitos sociais e a proteção do meio ambiente. Portanto, hoje, no Brasil, não é somente a economia que definirá a próxima eleição.

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