A escolha

A escolhaAté quando digitávamos essas canhestras linhas, ACM NETO ainda não tinha escolhido o candidato das oposições para o governo da Bahia. Essa escolha, afirmam os analistas políticos, demorou mais do que devia. Isso foi motivado por posições quase irremovíveis de Geddel, filho de Afrísio, e Paulo Souto. As oposições devem torcer para que o não escolhido não se bandeie para outro partido ou, através do seu, saia em posição solitária, quebrando uma unidade oposicionista propalada, mas não provada. Se a unidade se partir, a oposição pode ter disputando Geddel, filho de Afrísio, Paulo Souto e Lídice da Mata.

Quem deve estar gostando é o governo: quanto mais dividida a oposição chegar à disputa, melhor para ele.

A Justiça quer saber

A Justiça Eleitoral está investigando se houve propaganda antecipada da ex-ministra Eliana Calmon, quando aqui esteve em Teixeira de Freitas e fez conferência. Também quer saber o mesmo sobre a vinda de Rui Costa e comitiva para a discussão do PGP (Plano de Governo Participativo).

Quem procura, acha.

A Mosca

O CINECLUBE “Sal na Pipoca” pretende exibir proximamente o filme “A Mosca”, direção de David Cronenberger. Para o diretor, parte da dramaticidade do filme é baseada em experiência própria, quando assistiu à evolução de grave doença desconhecida do pai. Como em Metamorfose de Kafka, o filme de Cronenberger mostra a transformação de um homem em inseto, mas é muito mais a metáfora do envelhecimento, doença e condição humana.

O filme é um terror muito bom.

Aviso aos navegantes

A reação desse escriba será, se for o caso, processar.

Agradecimentos aos carapuceiros de plantão.

Azeredo

Completamente correta a atitude do STF de remeter à primeira instância o processo do mensalão do PSDB, no caso de Eduardo Azeredo. Azeredo não era mais deputado, portanto não tinha foro privilegiado. O que não se entende é, por exemplo, o caso de José Dirceu, que já não era deputado e mesmo assim foi julgado pelo Supremo.

Dois pesos e duas medidas, para variar.

Entrevista

Muita lucidez foi o que mostrou Jóris Bento, o filho do jornalista Jeolino Lopes Xavier, em entrevista ao Grande Jornal da Rádio Sucesso. Jóris falou de sua dor e não aceita o uso político da morte do pai. Afirmou que não sabe nada sobre um tal ‘dossiê Camaçari’.

Que a dor de uma família seja respeitada, é o mínimo que se pede.

Do Túnel

“Existem pessoas que falam um instante antes de pensar. ((La Bruyère)

“De coração comovido, eu hei de perdoar todas as iniquidades que em vida me infligiram. Temos de perdoar nossos inimigos, porém nunca antes de eles estarem enforcados.” (Heine)

“O que importa é o conteúdo do vazio.” (Enrique Vila-Matas)

 

 

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