Uruçuca se mobiliza para tratar sobre Segurança Pública

A Prefeitura de Uruçuca, Câmara de Vereadores e sociedade organizada de Uruçuca se reuniu na última quarta-feira, 21, no Centro de Cultura Água Preta, para tratar a respeito da Segurança Pública no Município. O objetivo é propor estratégias de como validar o relatório enviado em julho desse ano ao secretário Mauricio Barbosa. “Há cinco meses tivemos lá pessoalmente com dados contundentes e nenhuma resposta nos foi dada”, disse o prefeito Moacyr Leite Junior. Para ele, o secretário se comprometeu.

De acordo com o capitão Edmon Cezar Soares, segurança pública é um problema planetário e para combater o crime precisam de inteligência, monitoramento e material humano. “Não se faz segurança com pouco efetivo, mas mesmo assim fazemos milagres”, disse. Segundo a nova delegada titular de Uruçuca, Andrea Tamboni, Uruçuca ainda não é uma da piores, mas não existem mínimas condições de trabalho. “Uma viatura é indispensável e sem boas condições ficamos desmotivados”, falou. Ela ainda se comprometeu com a comunidade em buscar soluções.

A reunião contou com a presença do presidente da Câmara Eri Guimarães, dos vereadores Joselito Abreu, Magnólia Barreto, José Pedro Castro e Carlos Magno que destacou a atenção que Leite dispensou e dispensa as policias com a instalação do pelotão, e reforma da delegacia e da carceragem, e ainda alertou. “Precisamos nos mobilizar para que o povo viva em paz e as pessoas de bem sejam as próximas vítimas”. Para ele, os arrombamentos e assaltos são diários.

Para o presidente do CDL e membro do Conselho de Segurança Pública, Marcelo Souza, segurança pública deve ser tratada como uma rede de proteção. Ele acredita que as policias, os poderes e, sobretudo a população deve estar articulada. “A comunidade é omissa, não participa, mas cobra”, criticou. Souza também chamou atenção porque os dois juízes não estavam participando. “Cadê os dois juízes?”. Representantes do comércio, Maçonaria, IfBaiano, secretários e associações clamaram pela participação popular que é efêmera.

O prefeito encerrou acatando todas as ponderações, depoimentos e sugestões e solicitou que anexasse ao primeiro relatório, principalmente, os novos dados de homicídios, roubos, furtos, arrombamentos e afins. “Vamos enviar ao secretário com cópia para o governador e conceder prazo de trinta dias”, ponderou Leite embora tenha cinco meses sem nenhuma satisfação para que atitudes enérgicas sejam tomadas.

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