Taurino Araújo e a promessa do Capacete Branco

Por Camilo de Lélis Leite Matos sociólogo, cientista político e professor camilolelis.70@gmail.com

Taurino Araújo e a promessa do Capacete Branco. Ximena Taurino Araújo/arquivo pessoal

Taurino vem à luz em quadra natalina, 24/12, “unindo o sertão e o cais”. Através do meu feliz aniversário a ele, votos de muita saúde, harmonia, e prosperidade para reverenciar, engrandecer e dignificar toda a Civilização Brasileira.

A mensagem franca contra a incompetência útil e a corrupção deliberada: Taurino quer que as coisas se façam sempre com transparência e método. O Capacete Branco surge através de um engenheiro que, por conta de sua profissão, conhece o Brasil e o mundo há pelo menos 31 anos, desde quando Taurino foi o Secretário de Administração mais jovem do Brasil, em Ubatã (1989).

Para Platão a forma esférica da cabeça é o universo em cada homem. No Capacete Branco, a concreta união dos hemisférios, a potência estadista e mensageira, síntese de união, progresso, respeito e paz.

Com o pragmatismo de sua práxis, o engenheiro anteviu que, através da “engenharia” das ideias e das ações, teríamos orgulho para comemorar os 200 da Independência, os 100 da Semana de Arte Moderna, em 2022 e os 200 da Independência da Bahia em 2023 e muito mais. Taurino inaugura, segundo a doutora Fátima Di Gregorio, a quarta onda da interpretação quando não apenas parte da Antropologia, mas através do bom senso propiciado pela indução científica, que é o ponto de partida tanto para a sua recorrente atitude filosófica quanto para o seu eficaz rastreamento do real.

Destarte, em Hermenêutica da Desigualdade, através de José Reinaldo de Lima Lopes, Taurino se reportará à valorização da vida material, a Fernand Braudel e aos três níveis de tempo (lento e “preguiçoso”, mais acelerado e também “nervoso”), entre a lentidão das civilizações, as formações mais aceleradas e ao cotidiano das redes sociais, dos boatos (repaginados em fake news) o mais antigo mídia do mundo, segundo Jean-Noël Kapferer, tudo com a serenidade de quem sabe ser necessárias constantes correções de rumo para alcançar objetivos, transformações-macro do papel do Estado de liberal a intervencionista e, por último, a árbitro-regulador como até Inglaterra volta a ser, v.g., pois ali há cidadão “receptor também protagonista”.

Finalmente, no Capacete Branco está a potência da dedução filosófica e a construção da Civilização Brasileira tendo por base as concepções de Taurino Araújo fundamentadas não apenas em dados fornecidos pelas ciências sociais descritivas, a etnografia, a sociografia e a estatística; mas, sobretudo, um pouco acima, conforme as sintéticas (Etnologia, História e Linguística), ao lado analíticas (Economia, Política, Geopolítica, Geografia Humana), e, por derradeiro, através do desenvolto e inexcedível papel do Capacete Branco na régua e compasso do Direito, da Moral, da Política e da Filosofia Social inerentes à vida de todos nós.

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