Sesab confirma débito com Município de Teixeira de Freitas

Primeira parcela deve ser paga na próxima semana

Governo do Estado não fez repasses ao Município. Fotos: Arquivo/Ascom

Após circular, na sexta-feira, 25 de setembro, em alguns sites da região a informação sobre suposto ofício enviado pelo secretário de Saúde de Teixeira de Freitas, Hebert Chagas, ao secretário de Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas, a Redação do Jornal OSollo procurou a Comunicação da Sesab, que nos informou que, de fato, o Governo Estado do Bahia está em débito com o Município de Teixeira de Freitas, mas, a primeira parcela deve ser paga na próxima semana.

OSollo não conseguiu contato com o secretário para confirmar e não obteve retorno da Assessoria do Município, mas, segundo consta na imprensa local, o Hospital de Campanha havia suspendido o recebimento de novos pacientes nesta semana por conta da falta de repasse do Governo do Estado para manutenção da unidade.

Na última quarta-feira, 23, Hebert Chagas teria encaminhado um ofício à Sesab, cobrando repasse de recursos para o hospital sediado em Teixeira de Freitas.

No ofício, o secretário municipal informava a suspensão do atendimento no Hospital de Campanha a pacientes de outros municípios, via regulação, até que providências fossem tomadas. No entanto, conforme Assessoria da Sesab, após a garantia do pagamento da primeira parcela, o atendimento foi normalizado.

Ainda em ofício, Hebert teria explicado que o estado se comprometeu em repassar mensalmente a quantia de R$ 720 mil, o que corresponde a cerca de 55% das despesas. No entanto, sem o repasse, o hospital gerou uma despesa acumuladas de mais de R$ 3 milhões que vinha sendo suportada exclusivamente pelo município.

No documento, o secretário de Saúde de Teixeira de Freitas também teria explicado que os recursos destinados pelo Governo Federal para ajudar no enfrentamento ao novo coronavírus não estão previstos para aplicação exclusiva no Hospital de Campanha, entretanto, tem sido graças a eles a aquisição de medicamentos, de insumos e EPIs, o custeio de atendimentos ambulatoriais e semi-intensivos ao infectados em alas do HMTF e da UPA 24H, e na implantação do Centro Municipal de Atendimento para a Covid-19.

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