Quem planta colhe

João Bosco e a maioria dos que votaram nele acham que a vitória aconteceu devido às alianças que foram feitas. Por conta disso, ele loteou o governo. Uma vez cumprido os acordos é chegada a hora de reestruturar o governo realizando as trocas necessárias para fazer a máquina funcionar. Existem cargos-chave que não podem ser negociados, a exemplo das Secretarias de Finanças, de Saúde e de Educação. Estas três já foram retomadas, pode ser que agora o governo de João Bosco comece a entrar no rumo certo. Isso é, se os erros cometidos até aqui não comprometeram ele e a administração perante a Justiça.

Improbidade Administrativa

O Ministério Público protocolou “Demanda Civil Pública por ato de improbidade administrativa com pedido de liminares” contra o prefeito João Bosco Bittencourt e a JC Figueiredo e Cia-ME, visando apurar irregularidades no procedimento licitatório, tipo pregão presencial. Para a Promotoria, a contratação realizada violou a Lei de Licitação, pois restringiu a competição entre possíveis interessados causando prejuízo ao erário municipal; além disso, o prefeito ofendeu dolosamente ao princípio da Legalidade com sua conduta de publicar um edital inválido e claramente tendente a excluir outros participantes.

OAB gera documento

A Ordem de Advogados Brasil (OAB)/subseção de Teixeira de Freitas e as entidades organizadas da Sociedade Civil local, preocupadas com a situação da administração pública do município e do Poder Judiciário na Comarca, vêm expor e requerer o seguinte: Diante das notícias veiculadas na imprensa da cidade de Teixeira de Freitas e das manifestações expressadas por diversos cidadãos da nossa Comarca, as entidades realizaram diversas reuniões com a presença de presidentes de entidades e cidadãos para a tomada de providências contra a situação de caos e inoperância na administração pública e na estrutura do Poder Judiciário do Estado da Bahia no município e Comarca de Teixeira de Freitas.

APLB protocola ações

Em Teixeira de Freitas uma das ações movidas pela APLB diz respeito à contratação da empresa KTECH – KEY Technology Gestão e Comércio de Software LTDA., por R$ 4.440.000,00 (quatro milhões e quatrocentos e quarenta mil reais), para, supostamente, oferecer cursos aos professores, pais e alunos das escolas do município. Segundo a presidente da APLB, prof. Brasília, essa empresa não aparenta ser idônea por causa de serviços que prestou em outras cidades e não ofereceram resultados satisfatórios, além do que, até o presente momento, o tal curso não atendeu às expectativas. Das 10 escolas que iriam atender, eles visitaram somente cinco, e as pessoas que viriam ministrar os cursos já foram embora da cidade, segundo relatos.

Mudanças necessárias

O prefeito João Bosco tem procurado buscar recursos para executar obras estruturantes para o município. Ele tem falado em projetos que totalizam mais de R$ 200 milhões em verbas federais com recursos do PAC. Muita gente não acredita na liberação desses recursos na sua totalidade. Mas, antes mesmo da liberação das verbas, o prefeito precisa fazer algumas coisas prioritárias na cidade para continuar gerando esperança na população. Além disso, a máquina administrativa precisa ser mais bem ajustada, para fazer o governo andar para a frente, pois, até agora, está andando de lado. Vamos aguardar mais mudanças.

Wagner X Geddel

A queda de braço entre o governador Jaques Wagner e o vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa, Geddel Vieira Lima, já começou mesmo antes do ano eleitoral. O governador decidiu pedir a cabeça de Geddel, e sugeriu que o governo lhe tire o cargo. “Ficar no cargo e ficar criticando o governo e tudo, eu acho que não é de bom tom”, disparou Wagner em entrevista concedida ao jornal “Estadão”. O governador, quando questionado se a demissão não daria a Geddel o rótulo de vítima, disse: “Não acho, não”.

 

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