Pazuello autoriza ampliação emergencial de vagas no Mais Médicos em Manaus

Pazuello autoriza ampliação emergencial de vagas no Mais Médicos em Manaus. Foto: Adriano Machado

Em portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira, 19 de janeiro, o ministro da Saúde Eduardo Pazuello autorizou a ampliação emergencial e temporária das vagas do Projeto Mais Médicos para o Brasil na cidade de Manaus.

O texto da portaria informa que a medida é tomada “em razão da situação de emergência ocasionada pela pandemia novo coronavírus (covid-19)”.

Pazuello libera, pelo “período improrrogável de um ano”, a abertura de 72 novas vagas para profissionais médicos na cidade por meio do programa.

“Os profissionais que lograrem êxito no chamamento público serão alocados no Município de Manaus/AM e continuarão a desempenhar suas atividades no âmbito do Projeto até o prazo final do termo de adesão e compromisso”, diz o texto.

Mais detalhes sobre o recrutamento serão divulgados posteriormente em edital.

Nos últimos dias, a capital amazonense enfrentou uma grave crise de saúde pública diante do aumento de hospitalizações por covid-19, com falta de cilindros de oxigênio para atendimento de paciente. Em transmissão nas redes sociais, Pazuello admitiu um “colapso” do sistema de saúde local.

Na última sexta-feira, o ministro de Relações Exteriores venezuelano, Jorge Arreaza, que já disponibilizou o envio de cilindros de oxigênio para o estado do Amazonas, também ofereceu a ajuda de 107 médicos graduados na Venezuela para reforçar os atendimentos.

O governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), disse que a Venezuela foi o único país a se prontificar a ajudar o estado na crise de falta de oxigênio.

O Programa Mais Médicos (PMM) é descrito, no portal do Ministério da Saúde, como “parte de um amplo esforço do Governo Federal, com apoio de estados e municípios, para a melhoria do atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS)”, levando profissionais de medicina a regiões onde há escassez ou ausência de atendimento.

Fonte: CNN

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