Mulher é flagrada com celular na vagina em visita a companheiro em delegacia

Em depoimento, a mulher afirmou que este não era o primeiro celular que escondia nas partes íntimas e tudo o que fez foi por amor

Um mulher identificada como R.M.L., 49 anos, foi flagrada com um celular escondido na vagina ao tentar visitar companheiro na Delegacia de Polícia de Livramento de Nossa Senhora, a 722 km de Salvador. O plano foi descoberto nesta terça-feira (22), quando duas mulheres foram escolhidas para serem encaminhadas para o Hospital Municipal e realizar um exame de raio-X antes de entrarem nas celas.

Segundo informações do delegado Edson Santos, cerca de 30 mulheres vão à delegacia nos dias de visita, sempre às terças-feiras, e parte delas é revistada por amostragem. “Já havíamos recebido denúncias anônimas de que as mulheres estariam escondendo drogas e celulares na vagina e no ânus para entrar na delegacia e decidimos realizar as revistas”, explicou o delegado.

A Secretaria de Saúde do município foi notificada e permitiu que as mulheres fossem levadas, em pequenos grupos, para realizar o exame de raio-X no hospital da cidade. A ação contou ainda com o apoio da Polícia Militar e as duas mulheres revistadas nesta terça (23) foram acompanhadas pela agente do Serviço de Inteligência da delegacia, Fábia Cordeiro e outra policial feminina.

Depois que o celular foi descoberto, o boletim de ocorrência da delegacia registrou que a mulher ainda teve dificuldade de retirá-lo, porque o aparelho, da marca Nokia, estava atravessado na vagina da mulher. Em depoimento, R.M.L. afirmou que não era o primeiro aparelho que levou para a delegacia, já que no último dia 8, ela entregou um celular LG para o companheiro.

“Ela disse que recebeu o segundo celular, há cerca de 15 dias, do irmão de um detento da delegacia e iria dar o celular ao namorado, que pretendia repassá-lo para outro preso”, disse Edson Santos. Ainda de acordo com o delegado, este aparelho ainda não foi encontrado na carceragem da delegacia.

“Em depoimento, ela afirmou que tudo o que fez foi por amor”, concluiu o delegado. Depois de ser ouvida, R.M.L. foi liberada e as investigações devem ser encaminhadas para o Ministério Público.

Fonte: Anna Larissa Falcão \ Rede Bahia

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