Juíza que diz ter sido agredida por promotor recebe proteção pessoal

Magistrada teria sido agredida durante noite de carnaval em Porto Seguro. Motivo do ato não foi esclarecido. Nesta segunda, ela pediu proteção ao TJ.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Guarda Militar do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) inicia a partir desta segunda-feira (27) um esquema de proteção pessoal em favor da juíza que diz ter sido agredida por um promotor durante o carnaval de Porto Seguro, no extremo sul da Bahia. A solicitação de segurança foi formalizada pela própria juíza na manhã desta segunda, informa a assessoria de imprensa do TJ.

Com a medida, o promotor fica impedido de se aproximar a menos de três metros da vítima. Desde a denúncia, ela não comparece ao Fórum Aliomar Baleeiro, na cidade de Caravelas, comarca em que trabalha. Ela e o namorado, um advogado, também vítima de agressão, foram ouvidos no Ministério Público da Bahia, em Salvador, nesta segunda.

O caso será investigado em caráter administrativo pela Corregedoria do órgão em um prazo de até 90 dias. O inquérito criminal será encaminhado ao Tribunal de Justiça pela Procuradoria Geral, caso seja comprovada a agressão.

De acordo com o boletim de ocorrência, registrado na delegacia de Porto Seguro, a juíza disse que foi agredida “chutes na cabeça e no restante do corpo de forma violenta e descontrolada pelo promotor de Justiça”. O motivo da agressão ainda não foi divulgado.

A juíza passou por exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal de Porto Seguro. O promotor Valmiro Macedo, designado para apurar o caso, disse que uma equipe do Ministério Público vai a Porto Seguro investigar de perto os motivos da agressão.

 

Fonte: G1, com informações da TV Santa Cruz

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