Hemoba convida baianos para doarem sangue antes de serem vacinados

Foto: Camila Souza/GovBA

Com a abertura do plano de nacional de imunização contra a covid-19, a Hemoba convida os baianos para doarem sangue antes de serem vacinados, em função do impedimento temporário para doação após o recebimento da vacina.

Por determinação do Ministério da Saúde, o voluntário deve ficar de 48 horas a sete dias sem doar, dependendo do tipo da vacina tomada.

De acordo com a nota técnica, publicada nesta quarta-feira (3), pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a inaptidão temporária para doação de sangue deve ser aplicada por 48 horas após cada dose da vacina baseada em vírus inativado, como a da fabricante Sinovac/Butantan e Covaxin/Bharat Biotech, e sete dias após cada dose das demais fabricantes que utilizam vetores virais, RNA mensageiro (mRNA) ou DNA, como as da Astrazeneca/Oxford, produzida no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a e Sputnik V, produzida na Rússia.

Segundo o diretor da Hemoba Fernando Araújo, o período de inaptidão garante a segurança de possíveis efeitos colaterais nos receptores da transfusão sanguínea.

Recomendamos que os voluntários que desejam se candidatar à doação de sangue tenham atenção aos períodos, que compareçam às unidades da Hemoba portando o cartão de vacinação ou que realizem a doação antes de receber a vacina. Garantir a saúde de todos, é conseguir assistir também quem precisa de sangue nesse momento”, diz.

Sobre a doação

Para doar sangue, o voluntário deve estar em boas condições de saúde, sem sintomas virais, pesar mais de 50 quilos, estar bem alimentado e ter entre 16 e 69 anos incompletos.

Menores de 18 anos precisam estar acompanhados de um responsável legal, e apresentar documento original com foto, emitido por órgão oficial e válido em todo o território nacional.

Cuidados pós-vacinação

Mesmo após a vacinação, a recomendação é de que as pessoas sigam usando máscara, respeitando o distanciamento social e usando álcool na prevenção à covid-19.

Um dos motivos é o fato das vacinas não evitarem a contaminação e transmissão do vírus, mas protegerem o organismo infectado pela doença para que ele possa reagir e dificultar o agravamento pela doença.

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