Greve da PM: Após pedir Exército, secretário de Segurança Pública diz que população não deve alterar rotina

Segundo o secretário Maurício Barbosa, ainda não há a previsão de quando as tropas federais irão para as ruas

Após decidida a greve dos policiais e bombeiros militares nesta terça-feira, 15, o governador Jaques Wagner decretou a Garantia da Lei e da Ordem, que possibilita a convocação do Exército para ocupar as ruas de todo o estado. Além das Forças Armadas, houve ainda um pedido formal à presidente Dilma Rousseff para o envio de tropas da Força Nacional de Segurança.

Segundo o secretário Maurício Barbosa, ainda não há a previsão de quando as tropas federais irão para as ruas. “Tem todo o procedimento interno, mas a gente pede que seja o mais rápido possível. Não sabemos a adesão da greve, mas estamos nos antecipando para que população entenda todo esse esforço”, disse.

Secretário falou com a imprensa após greve da PM ser decretada (Foto: Carla Ornelas/GOVBa)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Não foi confirmado o número de militares que serão utilizados na operação. Barbosa pediu para que a população “toque suas vidas” e não deixem de ir trabalhar ou estudar. “Não é momento de criarmos pânico. A sensação de insegurança só prejudica o processo. Estamos lutando para reestabelecer o trabalho das forças de segurança”.

O comandante da PM, coronel Alfredo Castro, estimou que a greve teve pouca adesão. Na noite de ontem, segundo ele, o efetivo nas ruas não sofreu redução. “O número de viaturas durante a noite está normal”, disse.

 

 

 

Fonte: Clarissa Pacheco e Rafael Rodrigues/Correio

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