Integrantes da Conservação Internacional (CI) Global e a CI Brasil, organização não governamental voltada para a preservação da biodiversidade, cumprem agenda no Extremo Sul da Bahia. Nesta terça-feira, 19 de julho, a Usina Santa Maria, em Medeiros Neto, e a sede do Programa Arboretum, em Teixeira de Freitas, receberam o grupo.
A visita trouxe uma visão internacional sobre as práticas de preservação desempenhadas pela empresa e pela base florestal.
Para os integrantes da CI, o objetivo da viagem foi desenhar um projeto de pesquisa que seja capaz de mostrar as evidências dos benefícios gerados pela cadeia da restauração para as pessoas.
Marcos Lemos, gerente de relações institucionais da Usina Santa Maria, ressaltou a oportunidade de mostrar compromisso que a usina tem com as questões ambientais.
“Ficamos muito felizes em recebê-los e acompanhá-los durante essa visita também aqui no Arboretum e poder mostrar de uma empresa séria pensando no futuro das futuras gerações, na sustentabilidade do seu negócio e, sobretudo, o comprometimento que a família Queiroga tem dedicado aqui na Usina Santa Maria“, disse.
“Quando utilizamos esse combustível renovável, nós estamos dando o exemplo, mas não só isso, está, para além deste momento, preocupado com restauração, preocupado com a reconexão da nossa fauna e flora, e assim que a Usina Santa Maria vem contribuindo com o estado da Bahia e com o globo por assim dizer“, destacou Marcos Lemos.
Fábio Fernandes Corrêa, promotor de Justiça, titular da promotoria de Justiça Regional Ambiental de Teixeira de Freitas, falou sobre o momento junto à base florestal do Programa Arboretum. “Uma ONG importante que tem uma agenda muito positiva na restauração florestal e que pode fazer com que o Arboretum cumpra sua missão de levar a restauração florestal, de levar diversidade florestal de volta ao nosso território do sul da Bahia“.
Bruno Coutinho, diretor de Gestão do Conhecimento da Conservação Internacional do Brasil, apresentou o professor Carlos Munhoz, diretor de Ciências Sociais da CI Global e a professora Jennifer, que é da Universidade de Oregon.
Ele esclarece que “há muitas evidências sobre os benefícios ecossistêmicos e a gente está muito interessado em entender como que a restauração atua na melhoria de vida da qualidade das pessoas“.
“Então estivemos aqui hoje. É o quarto dia visitando diversas instituições desde comunidades na terra indígena de Barra Velha e outros atores importantes na cadeia. A gente vê que aqui no território existe de fato um grande potencial de demonstrar a possibilidade de gerar uma escala maior, ampliar a escala da restauração no Brasil“, comentou.