Bahia Open de Tênis é realizado em Porto Seguro

Bahia Open é realizado no Capitania Hotel de Porto Seguro
*Pedro Ivo Rodrigues

O Bahia Open de Tênis, campeonato realizado em Porto Seguro desde 1996, está sendo promovido no Capitania Hotel, entre os dias 18 e 23 de outubro.

O evento reúne aproximadamente 200 atletas de países como Brasil, Argentina, Chile, Itália, EUA, Reino Unido e países do Caribe, contando pontos para outros torneios de níveis nacional e internacional.

De acordo com o árbitro geral, Luís Parada, o Bahia Open é dividido em três categorias, sendo atletas de até 14 anos, 16 e 18, respectivamente, masculino e feminino. “As duas primeiras categorias contam pontos para a Confederação Sul-americana de Tênis e a última para a Federação Internacional de Tênis. Por ser um torneio juvenil, os tenistas não recebem premiações em dinheiro, mas ganham benefícios, como gratuidade em hotéis e alimentação em outras edições. Este evento tem a supervisão da Confederação Brasileira de Tênis e é tradicionalmente realizado no Capitania Hotel, que possui dez quadras para a prática desse esporte e, destaque-se, sempre nos recepciona muito bem. A Chave Principal começou na segunda-feira, dia 18, e os jogos se estenderão até o sábado, 23. A competição é iniciada às 8h e finaliza às 16 horas”, informou o árbitro, que ressaltou: “As quadras ficam situadas próximas às acomodações, o que facilita o deslocamento dos atletas, os treinos e descansos após ou entre os jogos. Nas horas de folga, podem aproveitar para conhecer Porto Seguro”, enfatizou.

Hotel conta com dez quadras para a prática do Tênis
Segundo Luís, o tênis é um esporte que vem crescendo muito, uma vez que seus materiais geralmente são importados e, com a queda na cotação do dólar, vêm se tornando mais acessíveis. “O tênis já foi característico de um segmento específico da sociedade, mas essa realidade está mudando. Muitas crianças e jovens têm ingressado na modalidade com as portas que foram abertas, como os projetos sociais que a promovem. Também há outras funções que servem como porta de entrada, como boleiro e manutenção das quadras. Há muitos exemplos de tenistas profissionais que começaram como boleiros”, declarou.

Parada afirmou ainda que no Brasil o tênis se desenvolve nos clubes, que direcionam o modelo que será aplicado. “Alguns clubes desenvolvem o departamento de tênis competitivo e também existem os institutos, que apóiam parcial ou totalmente o atleta, a exemplo de custeio de viagens, equipamentos, vestimentas, treinamento, etc. Essas instituições que fazem o papel de identificar aqueles tenistas com talento excepcional, para que possam aprimorá-lo e talvez se tornar fenômenos mundiais”, arrematou.

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