APLB/Sindicato convoca imprensa para uma coletiva e fala do piso salarial

Professora Brasília, coordenadora da APLB/Sindicato. Foto Foco no Poder

A APLB/Sindicato convocou para a manhã desta terça-feira (22/05) a imprensa local para uma entrevista coletiva. Durante a sua fala, a professora e coordenadora da Delegacia do Extremo Sul da APLB, Francisca Brasília Marques, disse que existem dois pontos imprescindíveis
à discussão: o primeiro é o reajuste do piso nacional, que, conforme a professora Brasília, a lei prevê que “deve estar no bolso dos professores, ou seja, a partir de janeiro. A gente compreende que Teixeira de Freitas passa por uma crise econômica e isso atinge a educação, compreendendo isso, o ano passado nós apoiamos o reordenamento, justamente pra economizar pra diminuir os gastos da Secretaria de Educação, pra que isso não atingisse os salários dos professores”, comentou Brasília, lamentando que a medida não foi como esperada pela categoria, tampouco, resultou no pagamento do piso.

Brasília disse, ainda, que a classe quer negociar com o prefeito Temóteo Brito, “porque os profissionais de educação estão contrariados, eles têm direito de receber esse reajuste de 6.81%, que é um direito deles e deveria estar sendo pago desde janeiro”. Segundo ela, por compreender a necessária promoção de cálculos e arrecadação do município, a categoria esperou até agora, também, “pra ver o resultado do reordenamento, do que iria economizar, pra a gente ter segurança na proposta que iríamos fazer”, e, de acordo com ela, este é o momento.

A coordenadora acrescentou, também, que, no mês de fevereiro entrou parte da complementação do governo federal, “em torno de cinco ou seis milhões. Com esse aumento pra pagar 1/3 de férias, pra pagar agora em junho metade do 13º, então o que a gente está querendo não é assim uma coisa impossível, tanto que o sindicato está com os dados na mão, e a gente sabe que é possível, creio que só é uma vontade legal e vontade política de conceder esses 6.81%, de reajuste para os profissionais de educação”. A coordenadora conta que desde a semana passada “que estamos tentando um encontro com o prefeito Temóteo Brito e sua equipe, Educação, Finanças, Planejamento e Administração”.

Ela já falou com Hermon Freitas, secretário de Educação, que garantiu, em breve, agendar reunião para bater o martelo e resolver o problema.

 

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