AL discute situação dos aeroportos baianos

A Comissão de Infraestrutura, Desenvolvimento Econômico e Turismo da Assembleia Legislativa da Bahia recebeu nesta terça-feira (10) o superintendente da Divisão de Aeroportos da Sinart, Carlos Roberto Rebouças, e o diretor-executivo da Agerba, Eduardo Pessoa. A reunião, articulada pela deputada Ângela Sousa (PSC), presidente da comissão, discutiu problemas de aeroportos situados no interior do Estado, sob administração da Sinart.

Aeroportos como os de Porto Seguro, Teixeira de Freitas e Lençóis sofrem com problemas de infraestrutura, apesar de sua importância estratégica para a Bahia. O de Porto Seguro é o quarto do Norte/Nordeste em movimento de passageiros e necessita de melhores condições físicas para atender a essa demanda.

A urgência na realização de melhorias no terminal de Porto Seguro, um dos principais polos turísticos do Estado, foi destacada pela deputada Cláudia Oliveira (PTdoB). Segundo ela, são “absurdas” as situações a que os passageiros são submetidos no aeroporto da cidade do extremo-sul baiano.

Durante a audiência, Rebouças afirmou que há um entendimento formado em torno da necessidade de melhorar a infraestrutura aeroviária da Bahia. Segundo ele, a Sinart tem investido para atender à demanda crescente dos aeroportos, principalmente o de Porto Seguro.

Já o diretor da Agerba observou que o Governo do Estado pretende investir cada vez mais em pistas alternativas. “Isso está dentro do compromisso da gestão de levar o desenvolvimento às mais diversas regiões da Bahia”, declarou.

Outros aeroportos também foram mencionados durante a reunião, a exemplo do de Guanambi, na região sudoeste. A deputada Ivana Bastos (PMDB) lembrou que este terminal se tornou estratégico na medida em que novos empreendimentos são aguardados para aquela região, a partir da implantação da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol).

Para a deputada Ângela Sousa, a discussão foi “esclarecedora e trouxe à tona uma questão crucial para a Bahia”. Para a parlamentar, “o debate sobre o desenvolvimento do Estado passa necessariamente pelos investimentos na logística de transportes”.


Fonte: O Tabuleiro

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