AEPETI fortalece parcerias e desenvolve ações para combater o trabalho infantil em Teixeira de Freitas

AEPETI fortalece parcerias e desenvolve ações para combater o trabalho infantil em Teixeira de Freitas. Foto: Ascom

Desde o início da gestão, o setor de Ações Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (AEPETI), ligado à Secretaria de Assistência Social, tem buscado parcerias e realizado diversas ações para fortalecer o serviço na conscientização e no combate ao trabalho infantil em Teixeira de Freitas.

De acordo com a Coordenadora Técnica do AEPETI, Maria Aparecida Lima Neris, já foram realizadas diversas visitas e ações desde janeiro: “Temos realizado encontros com diversos setores como CRAS, CREAS, Secretaria de Educação, porque entendemos como muito necessário esse apoio intersetorial para esta causa que é a erradicação do trabalho infantil em nosso município”.

Entre as reuniões que já aconteceram nos últimos meses, estão os diversos setores públicos com objetivo de articular estratégias frente ao trabalho infantil. Representantes da Proteção Básica, Proteção Especial de Alta e Média complexidade, Secretaria da Saúde, Secretaria de Educação, Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Conselhos Tutelares já tiveram encontros com os representantes do AEPETI. A pauta consistia em elaborar estratégias para combater o trabalho infantil nas áreas de maior incidência na cidade – semáforos, feiras livres e aterro sanitário.

Foto: Ascom

Outra reunião importante aconteceu com a Câmara de Dirigentes Lojistas de Teixeira de Freitas (CDL) e contou com representantes da CDL, o coordenador da Proteção Social Especial de Média Complexidade Jair Araújo e o setor do AEPETI para fortalecer o vínculo entre a rede socioassistencial e o setor privado, buscando oportunidades para os adolescentes em situação de trabalho ilegal nas vagas ofertadas pelo programa jovem aprendiz.

“Além de tais ações e articulações, o setor AEPETI tem trabalhado na construção de projetos de médio e longo prazo com o propósito geral a inserção de adolescentes a partir da faixa dos 14 (quatorze) anos que se encontram em situação de vulnerabilidade social nos setores públicos para o exercício de atividades próprias do jovem aprendiz”, explicou a coordenadora.

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