A verdade sobre a mentira

“Portanto, cada um de vocês deve abandonar a mentira e falar a verdade ao seu próximo, pois todos somos membros de um mesmo corpo.” (Efésios 4.25)

Quando começamos a mentir? Difícil responder. Mas possivelmente em alguma situação em que escolhemos o caminho mais fácil. A primeira mentira é a mais desafiadora. Depois, com o tempo, a prática nos aperfeiçoa. E então mentimos mais e melhor. Mentiras mais consistentes e difíceis de serem desmascaradas. Mentiras de última geração, coisa de primeira! E isso nos vicia, afinal, nada melhor neste mundo do que as coisas que funcionam, que dão certo – ainda que não seja certo!

Mas cuidado, pois a mentira não é inofensiva. Ela produz algo em nós. Mentir nos fragiliza a identidade. Ela nos faz ter menos clareza sobre o significado da vida, de nossa vida. A mentira encobre algo de alguém, mas produz cegueira em nós. Não é uma cegueira total, mas sutil, que nos impede de ver o buraco que estamos cavando à nossa volta e que um dia nos engolirá. Mentir se define por falarmos algo que não é real e com a intenção de iludir o outro. Essa é sua identidade.

Para nós, criados à imagem e semelhança de Deus, falar e ouvir a verdade são muito importantes. Precisamos da verdade para ser livres e nos sentir seguros. Deus é o Deus de toda verdade e satanás, o pai da mentira! Nós, gente fraca para ser 100% verdadeira, 100% das vezes. Precisamos do perdão de Deus para nossas mentiras e devemos, diariamente, escolher não mentir. Devemos dizer (e assumir) a verdade diante dos outros (e de nós mesmo). Até que não haja mais mentira, apenas a verdade dita em amor e o silêncio, para tudo que não precisar ser dito.

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